Água mineral

Construção especializada desde a captação

Um poço para água mineral não é uma perfuração convencional.

A captação precisa preservar as características naturais da água, impedir contaminações e atender às exigências do aproveitamento de águas minerais e potáveis de mesa.

No Brasil, a pesquisa e a lavra de água mineral seguem regras da Agência Nacional de Mineração (ANM): autorização de pesquisa, estudos geológicos, hidrogeológicos e hidroquímicos, geofísica, construção da captação, análises físico-químicas e bacteriológicas, testes de bombeamento e concessão de lavra.

O poço é projetado para a capacidade do aquífero, a proteção sanitária e a manutenção das propriedades naturais da água. A regulamentação da ANM determina que a captação preserve as características químicas, físico-químicas e microbiológicas.

Projeto construtivo, materiais, revestimentos, proteção, bombeamento, higienização, monitoramento e acesso para manutenção entram desde o início. Os testes de bombeamento avaliam o comportamento da captação, a eficiência e a capacidade de produção.

As regras aplicáveis foram consolidadas pela Resolução ANM nº 193/2024, em vigor desde janeiro de 2025.

A AS Águas reúne perfuração, geofísica, hidrogeologia, bombeamento e infraestrutura hídrica. Cada decisão construtiva considera o aquífero, a regra e a preservação da qualidade natural da água. Quando o objetivo é explorar água mineral, a qualidade do empreendimento começa na construção do poço.

Da pesquisa à operação

  • Estudos geológicos e hidrogeológicos
  • Levantamentos geofísicos
  • Caracterização do aquífero
  • Projeto e construção do poço
  • Análises da água
  • Ensaios de bombeamento
  • Proteção da área de captação
  • Documentação junto à ANM
  • Projeto de aproveitamento econômico
  • Estruturação do sistema de captação e distribuição

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